“Pra ela eu contava qualquer tipo de coisa com o coração todo aberto, porque eu sentia de forma muito clara a facilidade e o acolhimento com que me ouvia. Um bom confidente, às vezes, é apenas aquele que nos deixa livres para dizermos tudo o que quisermos sobre nós, inclusive bobagens das quais talvez nos arrependamos logo depois de dizê-las. Às vezes, é apenas aquele que interage com o nosso sentimento da vez, sem estar com a razão toda arrumada para análises profundas, tiradas magníficas, sermões eloquentes, dos quais nem sempre precisamos. Um bom confidente, essa maravilha rara, é aquele que aproxima, generosamente, a vida dele da vida da gente e, apesar da mágica interação que acontece com essa proximidade, consegue manter a distância necessária para não confundir a sua história com a nossa. Há momentos em que a gente só precisa falar e se sentir, de verdade, ouvido. Só isso. Só isso tudo.”
— Ana Jácomo.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
“Eu sei, sou um porre. É muito difícil me aturar. Eu sei que você não tem paciência, mas aguenta mais um pouco. Sei o drama e a confusão que sou, mas não desiste de me entender. Sei que dá vontade de me mandar embora, de me jogar em meios aos lobos, mas espere… Não faça isso, por favor! Se for para me jogar em algum lugar, que seja embaixo dos teus abraços e diga que apesar de tudo, eu sou inesquecível.”
— Jô Costa.
— Jô Costa.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
“Ninguém entendeu nada. Mas eu acho que entendi. O vazio dá desespero, cara. Dá um desespero filho da puta. O vazio dá um desespero silencioso. É como se o tempo jogado no lixo batesse sutil, num relógio esquecido em algum canto do quarto, que você só descobre quando está muito de madrugada e ao longe você escuta aquele tic,tac,tic,tac. Um batida que quase não existe. Você não sabe se é o tempo sendo contado pra você ou o seu coração contando você pro tempo. Um desespero sem cara de desespero. Mas que é desespero puro. A pior espécie dele.”
— Tati Bernardi
— Tati Bernardi
“Eu tenho um milhão de motivos pra fugir de pensar em você, mas em todos esses lugares você vai comigo. Você segura na minha mão na hora de atravessar a rua, você me olha triste quando eu olho para o celular pela milésima vez, você sente orgulho de mim quando eu solto uma gargalhada e você vira o rosto se algum homem vem falar comigo. Você prefere não ver, mas eu vejo você o tempo todo.”
— Tati Bernardi
— Tati Bernardi
“Só que aí eu acabei mudando. E foi mudança aos poucos, porque até hoje me dou conta de coisas minhas que já não estão mais lá e, quem roubou, eu jamais vou saber. O sorriso mudou e a vontade de sorrir pra qualquer pessoa também. Foi por sorrir tanto de graça que eu paguei tão caro por todas as coisas que me aconteceram. Às vezes me pego olhando ao meu redor e vendo tanta menina parecida comigo. Tanto sentimento gritando de bocas caladas e escorrendo de peles secas. Tanta coisa acontece com a gente. Tanta gente passa pela gente, mas tão pouca gente realmente fica. E eu sei que, talvez, eu tivesse que ficar triste. Talvez eu tivesse que continuar secando lágrimas, abraçando o vento e rindo no vácuo, mas o fato é que eu não consigo. Eu não consigo mais ser triste só para mostrar que um dia eu fui - ou achei que tivesse sido - feliz. Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Aprendi também que por mais que você queira muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer. Eu que gritei para tantas pessoas ficarem, hoje só quero mesmo é que elas sumam de uma vez por todas. E em silêncio, que é pra ninguém ter porque se lamentar.”
— Tati Bernardi.
— Tati Bernardi.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Hoje eu senti uma saudade daquelas de apertar o coração.
Foi diferente de todas as outras, por que eu ainda podia ligar. Eu ainda sei onde encontrar o motivo do meu incomodo momentâneo e sim, ele atenderia as minhas ligações à qualquer hora do dia - ou da noite - mas, para o bem geral da Nação, eu fiquei quietinha.
Entrei no Facebook e a primeira atualização que aparece, é uma foto dele, de óculos - lindo.
Aliás, a beleza dele - é importante dizer - vem de dentro pra fora.
Ele é tão normal quanto todos os outros caras que você não notaria na fila do pão, mas se apaixonaria depois de três minutos de conversa. Acredite, não mais que três minutos.
Ele é muito legal quando tem vontade de ser.
Têm umas crises bem chatas de stress e mal-humor.
E nos dias frios, ele tem preguiça de levantar da cama - o que sempre me irritou muito.
Mas uma vez, na praia, eu brinquei de fazer drama e diss: "Ninguém tem paciência comigo."
Ele respondeu na mesma hora - "Eu tenho. Só eu tenho."
E no fundo, eu sempre soube o quanto era verdade.
Via: Tagarela https://www.facebook.com/lutagarela?fref=nf
Foi diferente de todas as outras, por que eu ainda podia ligar. Eu ainda sei onde encontrar o motivo do meu incomodo momentâneo e sim, ele atenderia as minhas ligações à qualquer hora do dia - ou da noite - mas, para o bem geral da Nação, eu fiquei quietinha.
Entrei no Facebook e a primeira atualização que aparece, é uma foto dele, de óculos - lindo.
Aliás, a beleza dele - é importante dizer - vem de dentro pra fora.
Ele é tão normal quanto todos os outros caras que você não notaria na fila do pão, mas se apaixonaria depois de três minutos de conversa. Acredite, não mais que três minutos.
Ele é muito legal quando tem vontade de ser.
Têm umas crises bem chatas de stress e mal-humor.
E nos dias frios, ele tem preguiça de levantar da cama - o que sempre me irritou muito.
Mas uma vez, na praia, eu brinquei de fazer drama e diss: "Ninguém tem paciência comigo."
Ele respondeu na mesma hora - "Eu tenho. Só eu tenho."
E no fundo, eu sempre soube o quanto era verdade.
Via: Tagarela https://www.facebook.com/lutagarela?fref=nf
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