sábado, 3 de março de 2012
Descobri que conviver com o defeito das pessoas é um grande aprendizado. Num determinado momento você questiona, se incomoda, provoca, muitas vezes briga.. mas no final, entende. Entende que não existe nada mais comum do que ter defeitos, e que são eles que nos tornam únicos. Ele pode ser narcisista, pode roncar a noite toda. Mas em compensação tem um abraço e uma percepção de vida que te traz uma energia e uma alegria contagiante. Ela pode ser insuportável de TPM e extremamente ciumenta. Mas ao mesmo tempo, é carinhosa, engraçada e faz o possível pela felicidade dele. Ninguém vai ser perfeito, a perfeição tá longe de existir.. E nem precisa, pois aprendemos a enxergar e a lidar com os outros de forma a nos sentirmos assim, seja com seus defeitos e qualidades. Nunca julgue nem desrespeite o defeito de alguém. Lembre-se que para questionar alguém, primeiro temos que ser exemplo. E dos tais defeitos, cá entre nós, ninguém está livre." (Carolline Vieira)
"Quantas vezes você já se perguntou se escolheu a pessoa certa? Fulano é o genro que toda mãe pediu a Deus: respeitador, estudioso, não bebe, não fuma, resumindo, é metido a perfeitinho até demais. Enquanto sicrano se droga, pega mil mulheres numa night, mata aula, enche a cara, fala um bando de palavrão e é odiado pelos pais. A verdade é que o coração não enxerga somente as aparências, estas, são muito pequenas quando comparadas ao que sentimos. O que a gente sente vai muito além do que o que a pessoa é ou tem. O tipo certo é aquele que te faz bem do jeito dele, é aquele que você aprende a aceitar os defeitos, a ressaltar as qualidades, e mais do que isso, não sente necessidade alguma de muda-lo, pois você gostou dele dessa maneira. Você se apaixonou por ele assim. E é assim que ele te faz bem. Então, por via das dúvidas, entre o certo e o errado, escolha simplesmente o que te faz feliz. Não há decisão mais sensata e prazerosa do que confiar no próprio coração. (Carolline Vieira)
sexta-feira, 2 de março de 2012
Eu sei o que você pensa quando olha para mim.
Talvez se eu fosse mais comportada,
falasse mais baixo e não chamasse tanta atenção.
Talvez se eu bebesse um pouco menos,
te desse menos trabalho e não fosse tão do agora.
Talvez se eu não tivesse chegado tão perto,
nem te tocado tão fundo, nem sido tão eu.
Talvez haveria alguma possibilidade.
Talvez se eu fosse mais comportada,
falasse mais baixo e não chamasse tanta atenção.
Talvez se eu bebesse um pouco menos,
te desse menos trabalho e não fosse tão do agora.
Talvez se eu não tivesse chegado tão perto,
nem te tocado tão fundo, nem sido tão eu.
Talvez haveria alguma possibilidade.
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